Mulheres que amam mulheres
Facilito o seu caminho para relacionamentos amorosos mais saudáveis

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Descubra o Poder da Terapia Integrativa

Meu propósito é reacender a chama do amor e da reconexão em cada família homoafetiva. Acredito que o poder do amor pode transformar vidas e construir relações profundas e duradouras. Posso te ajudar a realizar essa transformação.

Como Posso Ajudar Você

Se você está enfrentando dificuldades emocionais, saiba que estou aqui para auxiliá-la na jornada em direção a:

Transformar seu Relacionamento

Cura Emocional Profunda

Honrar Suas Raízes

Bem Estar Duradouro

Serviços Oferecidos

Um processo terapêutico individual, online ou presencial, focado no autoconhecimento e melhoria da qualidade de vida. Ressignificação e ajustes para uma vida mais plena e relações mais saudáveis.

Descubra e supere medos, ganhe clareza sobre seus desejos e assuma o controle da sua vida. Uma jornada de 10 sessões online em grupo, e uma imersão presencial de 2 dias na região de Curitiba/PR.

Grupo vivencial, com temáticas específicas, voltados para pessoas que buscam o desenvolvimento na área a ser trabalhada. Por meio da abordagem sistêmica e da inteligência emocional você será capaz de fazer as liberações necessárias e tomar decisões para traçar novos caminhos e colher novos resultados.

Você apresenta o tema, dentro de um grupo, selecionamos representantes para os elementos do seu sistema familiar e da sua questão. Através dessa dinâmica, identificamos as causas e resolvemos ciclos indesejados em sua vida. Com base na conscientização e orientações, você pode transformar permanentemente os resultados em todas as áreas da sua vida.

Utilizando a técnica de Constelação Sistêmica, em grupo, você participará de exercícios que te levarão a ampliar as suas percepções em relação às dinâmicas ocultas que estão presentes na sua vida e nas suas relações. A partir da sua percepção, você poderá encontrar formas saudáveis para conduzir a sua vida

 No clube da Ci, você participará de um grupo, com encontros semanais online. Um espaço para superar desafios comportamentais e emocionais, formando uma corrente do bem para o crescimento de todos.

Diferenciais Exclusivos

Conheça a Minha História

Olá! Sou Cintia, Terapeuta Integrativa, Master Trainer em Programação Neurolinguística, Master Coaching Integral Sistêmico, especialista em Constelação Familiar, Barra de Access, Florais e EFT (Emotional Freedom Technique).

(role para baixo e continue lendo)

Sempre fui uma criança que gostava de correr, jogar futebol, subir em árvore, brincar de esconde esconde, pega pega, essas coisas. Nunca gostei muito de brincar de casinha ou de bonecas, aliás, minha mãe conta que eu destruía as das minhas irmãs.

Rasgava todas as minhas roupas brincando no parquinho do prédio onde eu morava ou no asfalto, andando de bicicleta.
Minha mãe, era muito criativa ao consertar as minhas roupas, sempre tinha uma letra C, ou uma figura para cobrir os rasgos.

Na adolescência, enquanto as minhas amigas estavam cobiçando os meninos, eu estava jogando bola e brincando com eles.
De vez em quando até me interessava por um ou outro, e, olhando para trás, percebo q muito mais pela pressão social do que por um interesse genuíno.

Aos 19 anos, tive o que considero o meu primeiro relacionamento sério. Comecei a namorar um menino que fazia parte do meu grupo religioso. Construimos um relacionamento muito legal, adorava conversar com ele e nos divertiamos muito.
Com ele, quis realizar meu sonho de ser mãe. Desde a adolescência tinha o sonho de engravidar, queria viver essa experiência, sentir o bebê crescendo, vivenciar o amadurecimento que eu vi acontecendo com algumas mulheres (siiiimmmmm, aquela visão bem romanceada da maternidade). Tinha a ideia de criar filhos em uma cidade do interior do estado, para que as crianças pudessem ser mais livres, correr na rua, brincar no mato…
Quando nós estávamos chegando próximo dos 2 anos de relacionamento, ele simplesmente desapareceu, ficou 7 dias, totalmente desaparecido.

Você já passou pela experiência do desaparecimento de alguém? Então, ele simplesmente sumiu.
E, lidar com o desaparecimento de alguém é um processo muito difícil, porque você não sabe o que aconteceu, se a pessoa está viva, sofrendo, perdida, se foi assassinada, de que forma. E, por mais otimista que tentava ser, a minha mente criava cenários absurdos.
Eu fiquei noites e noites andando de um lado para o outro dentro de casa, correndo para a janela com qualquer barulho que ouvia, na esperança dele aparecer.
7 dias depois, recebemos uma ligação, ele foi encontrado, estava em uma delegacia numa cidade a mais ou menos 350 km da minha cidade. Fomos até lá, ele estava bem. Vivo! Graças a Deus!!
Nesse mesmo dia, ao chegar em casa, conversei seriamente com ele, pressionei, até que ele se abriu e disse que ele estava envolvido com drogas. Crack!!
A partir daquele momento, vesti a minha capa de heroína, e entrei em um ciclo de querer ajudar e achar que eu poderia fazer alguma coisa.

Na época, eu estava com 21 anos, os dois anos seguintes foram um mix de grupos de ajuda, NA (Narcoticos Anônimos), NARANON (Grupo de apoio aos familiares), visitas a hospitais de recuperação, promessas de abandonar o vício, mentiras, roubos de objetos, tentativa de resgates, desaparecimentos etc.
Até que, eu finalmente percebi que não dependia de mim e que talvez o maior ato de amor que eu podia fazer por ele era terminar a relação. Com 23 anos, percebi que as minhas atitudes também contribuiam para que ele perpetuasse no vício, então, sai da relação. E nesse momento, tive a minha primeira grande ruptura de relacionamento.

E, se você já terminou um relacionamento ou acompanhou alguém que terminou um relacionamento sabe que, quando você sai de um relacionamento, não é apenas com o término ou a ausência da pessoa que você precisa lidar, junto com isso, você tem que construir uma nova rotina, você precisa tomar uma série de decisões sozinhas que antes eram compartilhadas, muitas vezes, precisa reestabelecer o seu grupo de amigos e indo mais profundamente, você constrói planos para o futuro, viagens, sonhos, projetos, e tudo isso você precisa abandonar ou deixar ir.

Demorei algum tempo para conseguir me recuperar internamente e me abrir para novas experiências.

Um dia, quando estava voltando para casa da faculdade com uma amiga, ela fez algum movimento para mexer no cabelo e me deu um frio na barriga. Sabe as famosas borboletas no estômago?
Então, ali, nasceu uma grande paixão. (Claro que naquele momento eu não tinha essa clareza toda. E eu só consigo dizer isso hoje porque já foi muito elaborado e está bem consolidado dentro de mim).

E, na época, eu não tive coragem de admitir, algum tempo depois eu até falava para outras pessoas e imagino que ela sabia, porém, eu mesma, nunca tive a coragem de admitir, por medo de ser rejeitada, por medo de perder aquela amizade fantástica que tínhamos, por medo de trilhar um novo caminho, por medo do que outras pessoas iriam pensar etc…

No fim, acabamos nos afastando, por escolhas de vida e muito porque eu não sabia lidar com aquele sentimento.

Aos 24 anos tive a minha primeira relação homoafetiva e foi relativamente fácil para mim, porque me relacionei com uma pessoa mais experiente e que morava em outra cidade, então, naquela ocasião, eu não precisei falar para ninguém, conseguia manter a relação em segredo. Aqui, me descobri, aqui percebi o quanto era diferente o relacionamento entre mulheres e melhor, o quanto eu me identificava com ele.

Mantive esse relacionamento por 2 anos mais ou menos, apenas 1 ou 2 amigas masi próximas sabiam da relação. Eu não falava sobre isso para quase ninguém.

Aos 26, 27 anos, mais ou menos, comecei a viver um grande amor, me casei com uma mulher incrível, vivemos momentos extraordinários juntas e mais uma vez construí sonhos, tínhamos muitos planos, sonhávamos com a nossa casa, com os nossos filhos, com viagens. Porém, em algum momento, eu sentia que faltava algo, para mim, não estava bom, percebi que estávamos vivendo momentos de vida completamente diferentes e, na época, apesar de existir muito amor, eu não tinha maturidade e nem conhecimento para superar as nossas diferenças.

Então, mais uma vez, a relação caminhou para o fim.

Eu saí de casa em uma segunda-feira, na sexta, 4 dias depois que eu saí de casa, fui ao médico e, aos 31 anos, recebi um diagnóstico de câncer no cólo do útero.

No momento que recebi essa notícia, entrei no modo “resolução de problemas”, em que, eu afogo as emoções e só tomo decisões e ajo.

Naquele momento, meu médico me perguntou se eu tinha filhos, falei que não e ele me deu 2 opções: Ou eu fazia a histerectomia, que é a retirada do útero e nunca mais poderia engravidar, ou, eu poderia engravidar nos próximos 3 meses e faria a histerectomia junto com o parto.

E, de brinde, ganhei 7 dias para decidir o que eu iria fazer.

7 dias. Apenas 7 dias.
Eu estava saindo do meu casamento, abalada emocionalmente, fisicamente e financeiramente.
Então, decidi fazer a cirurgia e retirar o útero.

E, como sempre fui muito brincalhona, lembro que a minha frase na época era: existe uma chance muito grande de eu ter uma segunda barriga para engravidar, então, pode retirar.

2 semanas depois eu estava entrando no centro cirúrgico e acabando ali com o meu sonho de engravidar.

Não o de ter filhos, porque a adoção sempre foi uma opção para mim, e, até hoje é, mas, essa é uma outra história.

Após a minha separação, eu bebi cada lágrima que eu não chorei.

Entrei em um ritmo exagerado de bebedeiras, bar, balada, bagunça, e, nesse momento, descobri o que era a tal da ansiedade.

A senti, com toda a sua força, no meu corpo físico. Eu não cabia mais dentro de mim, parecia que tinha algo que queria sair correndo, gritar, sei lá, meus braços tremiam, meu coração parecia que ia sair do peito.

E, então, eu percebi que precisava de ajuda. De ajuda profissional.

Iniciei um processo terapêutico e a partir daí comecei a minha jornada dentro das terapias.

3 ou 4 meses após o início da terapia eu comecei a fazer a pós-graduação em programação neurolinguística. E, simplesmente me apaixonei pelo conteúdo, fui me envolvendo cada vez mais e quanto mais eu aprendia, mais eu falava sobre e, quanto mais eu falava, mais as pessoas me perguntavam, até que começaram a me pedir para aplicar as técnicas.

E, fui começando a atender, de maneira tímida, para as pessoas que vinham até mim.

Fui aprofundando os meus conhecimentos, trilhando novos caminhos, conheci o Coaching Integral Sistêmico, os treinamentos de Inteligência Emocional, as Barras de Access, os Florais e a Constelação Familiar.

E, a medida que eu aprendo, eu me desenvolvo, me auto-conheço. Cada curso desses, antes de ser uma formação, é um processo intenso de autoconhecimento. Um mergulho dentro de mim.

Dentro desse processo, percebi que fui casada durante 5 anos, e que apesar de ter assumido a minha homossexualidade para o meu circulo íntimo de amigos, eu não assumia no meu ambiente de trabalho. Trabalhei 10 anos em uma empresa, as pessoas sabiam que eu era casada e elas deduziam que era com um homem e eu simplesmente deixava assim.

Participei de rodas e rodas de conversa em que as pessoas falavam de outras mulheres lésbicas, que elas vinham me contar a “fofoca” e eu simplesmente sorria.

E, não era por medo de perder o emprego, afinal de contas eu sempre fui servidora pública, era porque eu acreditava que eu não precisava me expor.

E, a partir daqui, peço muita amorosidade ao ler essas percepções porque elas são bem íntimas, daquilo que fez sentido para mim, e está muito longe do julgamento entre certo ou errado, esse é o meu caminho e as minhas percepções, que estão em constante construção e movimento.

Então, 1 semana antes de mudar de emprego participei de um Encontro da Diversidade em São Paulo e lá, percebi o quanto essa minha atitude perpetuava o preconceito, e, naquele momento, decidi mudar alguns comportamentos.

E, foi relativamente simples fazer isso, quando mudei de emprego, ao falar sobre mim, sobre meus relacionamentos já dizia que era homossexual.

Claro que eu não chegava e nem chego para ninguém falando: Prazer, meu nome é Cintia, sou lésbica. Até porque, ninguém tem nada a ver com a minha vida e se eu fosse heterossexual também não diria, mas hoje, faz sentido para mim, corrigir quando alguém deduz que me relaciono com homens. E, mais uma vez, não estou entrando no mérito de certo ou errado. Então, após uma ampla compreensão do lugar onde eu estava, muito mais consciente de quem eu era, me apaixono novamente.

Decidi viver essa relação. E foi extremamente importante para mim. Me relacionei com uma pessoa fantástica, super parceira, sabe aquela pessoa que topa tudo? Que não mede esforços para estar com você e compra suas ideias por mais malucas que pareçam? Então, exatamente assim, porém, fomos esbarrando nos nossos objetivos de vida e nas situações do cotidiano. E, mais uma vez, a relação chegou ao fim.

Aprendi muito ao longo dos meus relacionamentos.

Ao iniciar os meus estudos na Escola Vida e aprofundar os meus conhecimento nas Constelações Familiares, fui compreendendo uma série de dinâmicas que estavam presentes nas minhas relações, fui percebendo a importância de conhecer as energias feminina e masculina.

Percebi a importância de se conhecer antes de iniciar uma relação.

Percebi o quanto algumas diferenças que parecem pequenas no início da relação se transformam em abismos ao longo do tempo.

Percebi o quanto é importante ter um espaço seguro dentro da relação para que possamos conversar, nos expressar, sem sermos julgados ou sem que o outro se responsabilize pelas nossas questões.

Percebi o quanto uma visão em comum, objetivos, projetos, filhos, entre outros, são importantes.
Também compreendi o quanto os términos de relacionamentos podem ser dolorosos.

E, a partir daqui, eu tomei a decisão de compartilhar o meu conhecimento e as minhas experiências para auxiliar pessoas a ter clareza do perfil de pessoa e relacionamento que elas querem ter para parar de perder tempo com aquilo que elas não querem.

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